Ontem a Neide, minha prima nutricionista, dona do Come-se, um blog sensacional de comida, me convidou para uma reunião do Slow Food, que eu tinha ouvido falar mas não sabia exatamente o que era. Hoje sei um tiquinho a mais. O Slow é uma associação de eco-gastronomia sem fins lucrativos que se preocupa com uma alimentação boa, limpa e justa. “Acreditamos que os alimentos que ingerimos devem ser saborosos; que devem ser produzidos de maneira limpa sem prejudicar o ambiente, nem o bem-estar dos animais nem a nossa saúde; e que os produtores alimentares deveriam receber uma recompensa justa pelo seu trabalho”. No Brasil esse movimento ainda é pequenininho, está começando, mas já conta com 80.000 associados pelo resto do mundo. Se quiser saber mais é só ir ao blog da Neide, ou ao site da associação. Você pode se inscrever e participar de uma porção de eventos, jantares e palestras que eles promovem, sempre com o objetivo de celebrar os prazeres da mesa, a educação do gosto, defender a biodiversidade e aproximar produtores e co-produtores (eu tô colando tudo do folheto que ganhei). Um pessoal super alto astral, do bem e da paz. Gostei.
A Neide, que é a vice-líder do Slow no Brasil
o Paulo Chanel é líder em Piracicaba. O engraçado é que eu conheci o Chanel no início dos anos 70. Depois disso nunca mais nos vimos. Foi uma deliciosa coincidência encontrá-lo com a mesma simpatia e comprometido com coisas tão legais.































