Então ficamos assim: eu mato a cobra e o Santiago Nazarian mostra o pau. É por essas e outras que adoro esse cara. Se o vasto terreno da literatura brasileira contemporânea tem sítios e subsítios, eu e o Santiago estamos no mesmo cercadinho. Não quanto à obra propriamente dita, mas no lugar que (não) nos deram, na maneira como (não) se relacionam conosco, na maneira como somos (des)tratados pelas editoras, na (pseudo) fama que nos atribuem. Duas “estrelas” que vivem com a bunda na sarjeta. Graças ao bom Deus, parece que esse carma está terminando (toc toc toc). Nós dois sabemos como é duro viver na ambiguidade omeletiana de ser e não ser. Vai lá ver como ele escreve bacana e tem as idéias no lugar.
25 Fevereiro, 2009 ás 11:02 am |
tenho uma terrível mania: comprar livros. aí vou comprando, comprando, e a pilha vai ficando cada vez maior. há um tempo, numa feira do livro, comprei um do santiago. tá na fila, mas eu chego lá!
22 Fevereiro, 2009 ás 7:49 am |
pois é, leio diariamente o blog de nazarian.o que há de mais “moderno”(ou pós-moderno) hoje na nova(?) geração de escritores.saúde e sorte!
19 Fevereiro, 2009 ás 8:07 pm |
Sarjeta? Quem falou? Vocês, meu bem, é que fazem a diferença. Azar de quem quer seguir a massa.
Beijos
19 Fevereiro, 2009 ás 6:30 pm |
“Todos nós estamos na sarjeta, mas alguns ainda conseguem contemplar as estrelas”, já disse Oscar Wilde.
19 Fevereiro, 2009 ás 6:15 pm |
Concordo em quase tudo com o Santiago, cujo trabalho admiro. Mas acho que rótulo só é fundamental em embalagem de alimento.
Abraços!
19 Fevereiro, 2009 ás 12:16 pm |
Eu ADOROOO o Santiago Nazarian!
=)