Arquivo de Agosto, 2009

DIEGO C

31 Agosto, 2009

Vejam o email que o sr. Diego C me mandou:

“Senhora Ivana,

A senhora está sujeita a um grave processo já que Hotel Novo Mundo é uma marca registrada e tradicional do Rio de Janeiro. Ao contrário do seu romancesinho infâme, o real é um hotel histórico datado dos anos 50 e de muito destaque no Rio. Sugiro que recolha seu livro ou faremos um boicote as suas obras e enviarei de imediato a sugestão ao hotel de que a processem. Tenha uma boa noite!”

Autor: Diego C (IP: 189.60.100.146 , bd3c6492.virtua.com.br)
Email: diegocosaco@yahoo.com.br

é cada uma que eu vou te contar…

O PRESENTE DA ZEZÉ AO MUNDO

31 Agosto, 2009

Minha amiga Maria José Silveira acaba de lançar um lindo livro infanto-juvenil com histórias inspiradas nos contos de Andersen. Como ela mesma conta, no original de Hans Christian Andersen lê-se a dedicatória do autor: “Meu presente ao mundo“. Frase que a Zezé usou como título do seu livro. A edição é do mui competente Nelson de Oliveira (editora LGE) e as belas ilustrações saíram das mãos habilidosas da Valentina. Vale a pena!

A URSA E SUA FILHA

29 Agosto, 2009

Além dos peixes,
passam pela garganta da ursa
as estrelas de todas as constelações
e a água dos seis oceanos.

As canções de ninar,
as cantigas de todas as mães
também vêm da barriga da ursa maior.

SÓ NO PHOTOSHOP

28 Agosto, 2009

Adorei o site deste fotógrafo (via brogui).

FABRÍCIO CORSALETTI

28 Agosto, 2009

Meu querido amigo Fabrício Corsaletti lançará na próxima 3a. feira, dia 01 de setembro, seu romance Golpe de Ar, pela editora 34. O lançamento será na Livraria da Vila da Fradique Coutinho, a partir das 19h, estendendo-se para a Mercearia. Não faltarei!

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UM QUILO DE COISAS

26 Agosto, 2009

Putz, que dia corrido, ufa! Compromisso em São Paulo é fogo. Pra dar uma palestra em Sto. André eu saí de casa às 14h20 e cheguei na Livraria da Vila pro lançamento do Cadão às 19h30, sendo que a palestra foi só de uma hora e meia. O resto passei num trânsito infernal. Enfim, cheguei no Cadão morta de cansaço e de fome, peguei meu autógrafo, dei meu beijinho e vim embora correndo pra casa. Nem pude esperar a galera que deve ter pintado por lá e depois ido pra Merça, etc etc. Não só porque amanhã pego cedo no batente como também porque pelos próximos sete dias EU ESTOU DE PLANTÃO. Rezem por mim. Rezem pra que aquelas oitocentas famílias desabrigadas do Capão Redondo não precisem dos meus préstimos, principalmente no meio da madrugada.

De manhã eu queria ter comentado a coluna do Marcelo Coelho hoje na Folha. Saliento três parágrafos que merecem destaque. Diz ele:

QUALQUER ESCRITOR moderno, imagino, tem dificuldades ao começar um texto de ficção. Que nome dar ao personagem principal? No arbítrio dessa escolha subjetiva -Gregório, Evaristo, Elizabeth- já está em curso uma operação suspeita. (…)

O notável, nesses inícios de romance, é a segurança subjetiva do narrador. Existe a certeza, com efeito, de estar puxando o leitor “pelo nariz”; estamos diante de alguém plenamente consciente de onde quer chegar, e tranquilo quanto ao fato de que iremos ler o romance até o fim. É bem diverso, acredito, o jogo proposto pela literatura moderna, e ainda que existam começos de grande impacto nos romances do século 20 (o da “Metamorfose” de Kafka, por exemplo), algo se perdeu na relação entre leitor e narrador. O ato aparentemente simples de “estabelecer” uma realidade (a cidadezinha de Verrières, os arredores do lago de Como) parece ter sido corroído em suas bases. O autor ficcional perdeu, digamos assim, sua “autoridade”. (…)

Cada acontecimento talvez tenha, nos dias de hoje, a violência surda de um suicídio: comparece como um baque, uma queda, um acontecimento negativo e brusco. O tempo das grandes mortes heroicas e das salvações extremas, que ocupou tantos romances, provavelmente passou.

Se eu não estivesse tão cansada, gostaria de me estender sobre o assunto. Na impossibilidade, deixo aqui um trecho da resenha que o Manuel da Costa Pinto escreveu sobre o meu Hotel Novo Mundo. Tenho certeza de que vocês farão o link que o cansaço e o sono me impedem de fazer:

Ivana Arruda Leite fez um relato ao mesmo tempo duro e singelo sobre a redescoberta de como “a vida pode ser simples”, de como comportamentos “desviantes” se incorporam à banalidade sem ambição -e de como o próprio romance (que já foi o mais corrosivo gênero literário) pode extrair beleza da banalidade.

- Por que tantas inquietações a respeito do romance?, você me pergunta e eu respondo. Porque encontrei agorinha mesmo o Samuel Leon, editor da Iluminuras, na Livraria da Vila e falei pra ele que assim que chegasse em casa eu lhe mandaria o Alameda Santos. Uma hora a gente tem que tomar coragem e mandar o livro embora, não tem jeito. Se eu não fizer isso hoje, amanhã estarei mexendo de novo e de novo e de novo. Chega. Rua. Vou clicar o enviar e seja o que Deus quiser.

AQUI NO SESC

26 Agosto, 2009

Estou aqui com o pessoal da oficina de blog da terceira idade no SESC Sto. André. Uma turma animada que está aprendendo a lidar com os blogs. Esta é uma lição ao vivo de um post.

CADÃO VOLPATO

26 Agosto, 2009

Hoje é o lançamento do livro Relógio sem Sol, do Cadão Volpato, pela ed. Iluminuras. Saio do SESC Santo André e vou direto pra Livraria da Vila da Vila Madalena pegar meu autógrafo.

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HOJE NO SESC SANTO ANDRÉ

26 Agosto, 2009

Hoje às 16h darei uma oficina no SESC Santo André sobre blog e outras ferramentas intergaláticas. Se estiver por lá, aparece. É grátis. A oficina faz parte de uma série de bate-papos cujo título é Diário de bordo: navegar é preciso. O endereço é rua Tamarutaca, 302 Vila Guiomar.

NO ARÁBIA POR CONTA DA FOLHA DE SP

25 Agosto, 2009

Vocês se lembram que a Folha havia me prometido um jantar no Arábia quando eu ameacei cancelar minha assinatura, né? Pois é, o convite chegou.

bebel

“Com direito a acompanhante”

entradas

Duas entradas, um prato quente e uma sobremesa por pessoa. Foi comida pra um batalhão. Pra começar, além do kibe cru, da couve-flor e do falafel que pedimos, eles ainda mandaram pães, babaganuche e um folhadinho de zatar divino.

linguiça

Os pratos quentes foram linguiça síria de carneiro (pra mim) e michui de carneiro (pra Bebel). Não aguentamos comer tudo. Pra acompanhar, purê de batata com cebolas carameladas e molhinhos tártaro e de hortelã. Reparem que as linguicinhas são do tamanho do dedo mindinho, mas nesta porção vieram DEZ  e não três como naquele outro.

michui

sobremesa

As sobremesas foram regadas com calda de flor de laranjeira. Precisa ter 5000 anos de história pra fazer uma comida dessa. Demais!

conta

Na conta, só os quatro chopps que bebemos e os 10% do garçom. Viva a Folha de São Paulo! Viva o Arábia!

casaco1

Segredinho: este casaco preto lindo que estou vestindo é da Bia Antunes. Ela esqueceu na minha casa há mais de um ano. Como até hoje ela não veio buscar, de vez em quando eu tiro o coitado do armário e levo pra passear pra ele se distrair um pouco e não mofar.


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