Hoje eu e Bebel fomos conhecer o Le jazz, um bistrô que todo mundo elogia, na rua dos Pinheiros, 284. Imagine uma comida de bistrô boa. Multiplique por dez. Você chegou perto. De entrada, a Bebel pediu a terrine campaigne (maravilhosa) e eu o famoso ovo mollet. Não tenho palavras pra descrever. Nem foto. Tanto é que capturei essa do Gastrolândia, da Ailin Aleixo, pra vocês terem uma ideia.
trata-se de um ovo com a gema molinha, empanado sobre um sauté de cogumelos e uma torrada. Simples e absolutamente surpreendente.
Eu meio que continuei nas entradas. Pedi um tutano (amo) e uma salada com queijo de cabra grelhado, cheia de nozes e com um molho do céu.
A Bebel foi no de sempre, bife tartare com salada, fritas e uma alcaparrona por cima. Segundo ela, que entende do babado, foi o melhor tartare que ela já comeu na vida.
Nada de fotos. Hoje eu não estou bem, estou de óculos.
Nem preciso falar do tutano com salsinha e flor de sal. Lembrei do Xico Sá, que adora tutano e que comeu um tutano que eu fiz uma vez aqui em casa e se deliciou. Claro que o meu não chegava aos pés desse.
Quero voltar ao Le Jazz mil vezes até esgotar o cardápio. Até porque o preço é pra lá de honesto. Sério. Pelo menos pra quem bebe cerveja. Ah, tem muita espera. Chegue cedo. E aceite ficar nas mesas da calçada. por incrível que pareça são mais arejadas e silenciosas! Lá dentro é muito pequeno e fica meio sufocante.
Nunca fui à França mas sei que ela passa perto da rua dos Pinheiros. Recomendo com ênfase.







24 Setembro, 2010 ás 5:46 pm |
Oi Ivana, almocei um dia com você na casa da Neide e do Marcos. Fomos provar aqueles peixes que substituem bacalhau. Lembra-se?
Adorei seu comentário sobre o Le Jazz, restô do meu filho Gil ( que cuida do salão e administra a espera e do Chico Ferreira ( o chef).
Vou passear mais pelo seu blog!
beijo, Sofia
24 Setembro, 2010 ás 5:55 pm |
Nossa, que demais! Eu adorei o restô do seu filho. Quem sabe nos encontramos por lá uma hora dessas. Um beijo. E d~e um beijo no Gil por mim.