Neste domingo, último dia da Balada, o fecho foi com chave de ouro.
cheguei super cedo e olha quem estava lá. Nós da terceira idade somos muito pontuais. A Livraria nem estava aberta!
Lygia Fagundes Telles e sua fiel secretária Regina
Antonio Cícero era um dos palestrantes
José Castello, o outro.
Lygia e suas histórias deliciosas


“A literatura é a arte da palavra e do silêncio” – José Castello.

Marcelino mediou

Lygia faz perguntas
Márcia Cristina e uma amiga
Jomard Muniz de Brito, poeta performático maravilhoso do Recife


Wilson Freire, escritor pernambucano e gente finíssima
esse urubu é mais uma obra da Márcia Brito, essa artista plástica que faz coisas incríveis
Nas mãos d0 Marcelino, o flyer da Freeporto que acontece no Recife no começo de dezembro (detalhes, abaixo)
Miró, outro artista pernambucano abrilhantando a Balada
o rapaz do meio é Felipe, escritor não lembro de que cidade, que ganhou a bolsa da Funarte e o da esquerda é um amigo do Marcelino
cujo talento maior é a beleza
Adrienne, a mãe da Balada
Luciana Penna, que mandou notícias da Balada pro twitter e pro facebook
Castello e Marcelino na esquina do boteco

Jarbinhas, que eu não via há um tempão
mãos de Adrienne
esse menino lindo faz parte de um grupo de música de Minas chamado Barcaça
os integrantes da Barcaça
panelinha de arroz do Boteco São Bento
Olha a Freeporto aí, gente! detalhes aqui
só eu bebi chopp. O povo estava a trabalho.
Torcendo pela vitória do Coringão sobre o Vitória logo mais.
Filé à parmegiana pra três.
O remador da Barcaça mora em Divinópolis e deu risada quando eu falei que ele devia ser um querubim da Adélia Prado.
Depois fui pro Barco pra mesa da Alice Ruiz e
e do Vitor Ramil
Samuel Leon e Claudinei Ferreira, do Itaú Cultural que mediou a conversa
Vitor Ramil que é gaúcho, músico e escritor de talento e se parece muito com Kleiton e Kledir (alguém me disse que são parentes)
O José Castello não pode ficar pra palestra porque ia pegar avião pra Curitiba e eu porque comi e bebi demais e queria ver o jogo. Mas a Balada continua com mesas e shows até à noite. Viva Marcelino Freire e sua incansável vontade de convulsionar e contagiar a literatura brasileira com sua alegria.