Depois de Setúbal, o descanso habitual e o passeio ao café da esquina
o hotel quase em frente ao meu tem 4 estrelas e parece bem bom
eles trazem o rótulo pra você ver
lá pelas 7 da noite, os bares e padarias começam a montar a churrasqueira na calçada pra assar as sardinhas
minha pensão é mixuruquinha mas a porta impõe
no nosso penúltimo jantar preferimos conhecer um restaurante novo. O Tripeiro, na mesma rua do João do Grão e de mais uma dezena de restaurantes
da linha dos simples e tradicionais
no couvert, uma saladinha de polvo deliciosa!
M. Inês e Kim foram num táxi e chegaram bem antes da gente porque, assim que eu entrei no nosso, eu vi uma carteira com 10 euros no banco de trás. Entreguei pro motorista e ele encanou de procurar a velhinha que ele deixara na rua de trás pra devolver o dinheiro. Imagina se ele achou… Perdemos uns quinze minutos dando voltas atrás da velha. Enfim… honesto ele foi.
Kim com a malha da cor da sangria
M. Inês e Kim pediram cataplana mista de frutos do mar. Cataplana, aliás, é o nome dessa panela de tampa redonda, super linda. Ela fecha e vira uma bola.
A cara tava bonita mas eles não me pareceram muito satisfeitos. Preferem os grelhados. Esse tinha muito caldo pro gosto deles. Até porque não veio nada pra acompanhar
eu e meu pai insistimos no cabrito que, desta vez, estava gostoso. Tempero legal e carne desfiando. Mas o mesmo problema da cataplana: sem nada para acompanhar, só umas batatas cozidas, o que deixou o prato meio entediante. tudo bem, podíamos ter pedido arroz, salada, etc mas pra trazer os pratos eles demoraram 40 minutos e não estávamos a fim de esperar mais 40. Êta terra de gente calma. O que eles mais falam pra gente é: “calma. Vai tirar o pai da forca?”. Não tem coisa mais irritante! Tenho vontade de responder: cara, eu venho de São Paulo. Acelera!
minha mãe pediu espaguete com camarão e ficou feliz com a escolha
de sobremesa, a M. Inês quis me dar esse caramelo que ela havia comprado. Eu agradeci mas não quis porque detesto doce. Ela agradeceu mais ainda porque é louca por esses caramelos. Disse que aqui é muito mais barato do que no Brasil.
andar um pouco pra fazer a digestão
noivas portuguesas na vitrine
dez hora, ruas desertas. A noite estava bem mais fresquinha que as anteriores. Todo mundo de casaquinho nas costas
Todos pra caminha que amanhã é o último dia!
claro que como eu sou dona da máquina e do blog, vocês só viram os meus passeios e os que eu fiz com a tchurma. Os que eles fizeram sozinhos, infelizmente, não pude retratar. Hoje, por exemplo, eles andaram no famoso bonde 28 e foram ao Museu do Azulejo. Voltaram encantados não só com o museu como com a Igreja Madre de Deus, a mais bonita de Lisboa, segundo a Miúcha. Amanhã à tarde eu vou lá sozinha. Não posso ir embora sem ver essa maravilha.












