Neste sábado reuni uns amiguinhos pra comemorar o niver do Ivan (dia 01.09) e fazer a despedida dele e do Adilson, que estão indo pra São Francisco
Marcelino chegou direto de Passo Fundo
Andrea e seu menino na barriga
Bruna Beber Surfisteira, um encanto de menina e uma ótima poeta

Dani Arrais, lindinha, queridíssima
gente, o almoço foi pra comemorar o aniversário do Ivan e nós simplesmente esquecemos desse fato. Nem parabéns cantamos!!!!
Ivan, querido: parabéns a você / nesta data querida / muitas felicidades / muitos anos de v!da!!!! Beijosssssssssss
















29 Agosto, 2011 ás 3:30 pm |
Foi um sábado delicioso!!!! A comida estava incrível. A comida, idem! Quero voltar sempre, viu? Beijão, querida
29 Agosto, 2011 ás 8:51 am |
Festa bonita! também, com o Ivan e o Adilson.
Vi o acaçá, lembrei da canção do cammi, a delicadeza.
Não achei com o filho Dori, a voz de netuno, mas aí vai:
http://letras.terra.com.br/dorival-caymmi/1421033/
29 Agosto, 2011 ás 1:46 am |
Ivana, este fim de semana passei um bom tempo “com você”.
Sim, porque li “Alameda Santos” de uma tacada só, praticamente. No começo não estava gostando, pareceu-me muito centralizado numa sucessão de lista de homens e de “trepadas”, em poucas páginas.
Acontece que a história foi avançando, com cada uma das fitas gravadas anualmente, e começou a me agradar tanto, que não consegui mais parar de ler.
A linguagem é despretensiosa, oral, seca, direta e ágil. No conjunto, é um livro que me impressionou pela exposição pessoal, de uma forma muito espontânea, sincera e, por isso mesmo, às vezes desconcertante (“sou praticamente uma débil mental, uma pessoa que só sabe ler, escrever e vive totalmente fora da realidade. ‘Eu não sou de companhia’, já dizia Fernando Pessoa. Ao que acrescento: ‘Nem de confiança’”).
O texto foge ao chatíssimo politicamente correto que assola (“Essa história de confundir religião com babaquice não tá com nada”), fala da aids e suas vítimas sem rodeios, tratando, sempre de maneira bem humorada, assuntos extremamente pessoais e profundos. Ao mesmo tempo segue, de leve, fatos históricos (“Diretas Já”, “morte de Tancredo”, “inflação galopante”, “era Collor”) e telenovelas (“Roque Santeiro”, “Tieta”, “Meu bem, meu mal”, “Pantanal”, “O Dono do Mundo” e, por fim, a que passou tragicamente para a vida real, com o homicídio da mocinha pelo galã). Mas nem mesmo nesse último ponto o lugar comum se faz presente, pois eis que vem a narradora e corta o melodrama pela raiz: “Fico pensando em todas as vezes que eu só não fiz isso porque não tinha uma tesoura no porta-luvas”.
O amor obsessivo a Charles, que perpassa todo o livro, mostra bem as idiossincrasias do ser humano, mas dá a dica, com a citação de Adorno: “Na ética amorosa, aquele que reclama está sempre sem razão”.
Obrigado, Ivana, pela ótima companhia que me fez. Também sempre acompanho seu blog. Um beijo.
Juliano
Londrina (PR)
28 Agosto, 2011 ás 9:38 am |
Reunião com pessoas queridas é o melhor remédio para a vida. Sou seu grande fã, querida Ivana, e hoje domestiquei a timidez e te mando um oi, um ótimo domingo.
Abraços!
28 Agosto, 2011 ás 12:05 pm |
Pra você também!!! Um beijo
27 Agosto, 2011 ás 10:59 pm |
Ivana,
Estava sentindo saudade das fotos da sua casa, com suas fotos e seus amigos queridos.
A Andréa está linda grávida!
A comida parece gostosa…com pimentinha, hummmm!
Sucesso aos amigos!
Beijos
Obs.: Alameda Santos não me sai da cabeça…O Charles…o que era aquilo!?