This entry was posted on 2 Março, 2012 at 10:38 am and is filed under livros. Pode seguir as respostas a esta entrada através do feed de RSS 2.0.
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10 Respostas para “LOLA, JOCA E AS RUAS SEM SAÍDA”
Ivana
Adorei sua crônica na revista Lola. Não conhecia suas escritas, mas senti uma emoção muito grande enquanto lia suas palavras. Era como se você converssasse comigo como uma mãe carinhosa que acolhe o filho machucado. Você tem razão em cada frase. Demorei muito para perceber que estava há tantos anos tentando me adequar às pessoas, ao ambiente, ao inconsciente coletivo enfim… mas virei a mesa e estou colocando para fora o meu eu adormecido. Estou, devagarinho -e um tanto assustada, me dando o direito de ser doida e corajosamente feliz. Obrigada. Um beijo grande e votos de muito sucesso.
Muito bom, adorei a sua crônica deixou-me emocionada! Eu passei por isso e ainda passo, e foi com a leitura da sua crônica que entendi que precisamos procurar a felicidade geograficamente! Muito bom, eu não tinha pensado nisso!
Oi, Ivana! Tornei-me assinante da LOLA e esse é meu primeiro exemplar, recebi a revista na sexta-feira, mas só pude ler agora, segunda-feira. Amei sua crônica. Nossa, vc escreve bem pra caramba! Um assunto até espinhoso, mas vc dá o recado direitinho. Sou doidinha a minha maneira e vou tentando ser feliz. Adorei qdo vc diz: “…Nossas maluquices só são perigosas qdo vistas no quarto escuro dos nossos temores…” Mtos abraços, Amparo Rodrigues Moreira.
Muito boa a sua crônica Ivana sempre pensei a respeito, pensar diferente faz com que sejamos deixados de lado pela sociedade dita ” normal” , mas não me importo. Adoro o seu blog seus textos ah a foto no final da revista ficou linda! Abs.
Ivana não pude deixar de associar sua crônica na LOLA com o artigo de Hélio Schwartsman na Folha Ilustrada de ontem. Ao final ele diz que para termos boas idéias precisamos de um “número razoável de pessoas do contra”. Acho que a criança descrita em seu texto, defendida na tese pelo direito de ser doida, é o adulto que faz a diferença na derrubada do reinado da unanimidade burra. Fátima/ Laguna/SC
Valeu a nota sobre os 20 da Granta. Acabo de ler na Lola a entrevista com a Rosiska. Há alguns anos li dela “Reengenharia do Tempo” e adorei o papo agora na revista. Fatima/Laguna/SC
Fui ali na padaria e comprei a Lola. Gostei da sua crônica, sobretudo porque falando de sua experiência você conversa com as pessoas certinhas, ao mesmo tempo em que encoraja as que estão fora da bitola, a procurar geograficamente sua felicidade. É a busca do que Nietzsche sugeriu: “torna-te aquilo que és”. Agora vou olhar os demais artigos. Fatima/ Laguna/ SC. P.S: alguma notícia sobre os 20 brasileiros classificados pela revista Granta?
4 Abril, 2012 às 11:39 pm |
Ivana
Adorei sua crônica na revista Lola. Não conhecia suas escritas, mas senti uma emoção muito grande enquanto lia suas palavras. Era como se você converssasse comigo como uma mãe carinhosa que acolhe o filho machucado. Você tem razão em cada frase. Demorei muito para perceber que estava há tantos anos tentando me adequar às pessoas, ao ambiente, ao inconsciente coletivo enfim… mas virei a mesa e estou colocando para fora o meu eu adormecido. Estou, devagarinho -e um tanto assustada, me dando o direito de ser doida e corajosamente feliz. Obrigada. Um beijo grande e votos de muito sucesso.
Helga
17 Março, 2012 às 10:13 pm |
Muito bom, adorei a sua crônica deixou-me emocionada! Eu passei por isso e ainda passo, e foi com a leitura da sua crônica que entendi que precisamos procurar a felicidade geograficamente! Muito bom, eu não tinha pensado nisso!
12 Março, 2012 às 4:35 pm |
Oi, Ivana! Tornei-me assinante da LOLA e esse é meu primeiro exemplar, recebi a revista na sexta-feira, mas só pude ler agora, segunda-feira. Amei sua crônica. Nossa, vc escreve bem pra caramba! Um assunto até espinhoso, mas vc dá o recado direitinho. Sou doidinha a minha maneira e vou tentando ser feliz. Adorei qdo vc diz: “…Nossas maluquices só são perigosas qdo vistas no quarto escuro dos nossos temores…” Mtos abraços, Amparo Rodrigues Moreira.
12 Março, 2012 às 4:51 pm |
Oi, Amparo, fico muito feliz! Um beijo grande, agradecido
8 Março, 2012 às 3:42 pm |
Muito boa a sua crônica Ivana sempre pensei a respeito, pensar diferente faz com que sejamos deixados de lado pela sociedade dita ” normal” , mas não me importo. Adoro o seu blog seus textos ah a foto no final da revista ficou linda! Abs.
Simone Camponez
5 Março, 2012 às 12:52 pm |
Ivana não pude deixar de associar sua crônica na LOLA com o artigo de Hélio Schwartsman na Folha Ilustrada de ontem. Ao final ele diz que para termos boas idéias precisamos de um “número razoável de pessoas do contra”. Acho que a criança descrita em seu texto, defendida na tese pelo direito de ser doida, é o adulto que faz a diferença na derrubada do reinado da unanimidade burra. Fátima/ Laguna/SC
5 Março, 2012 às 12:19 am |
Ai meu Deus, preciso comprar a revista. Quero ler sua crônica e preciso. Será que tem online!?
Beijos
4 Março, 2012 às 1:07 pm |
Valeu a nota sobre os 20 da Granta. Acabo de ler na Lola a entrevista com a Rosiska. Há alguns anos li dela “Reengenharia do Tempo” e adorei o papo agora na revista. Fatima/Laguna/SC
2 Março, 2012 às 5:31 pm |
Fui ali na padaria e comprei a Lola. Gostei da sua crônica, sobretudo porque falando de sua experiência você conversa com as pessoas certinhas, ao mesmo tempo em que encoraja as que estão fora da bitola, a procurar geograficamente sua felicidade. É a busca do que Nietzsche sugeriu: “torna-te aquilo que és”. Agora vou olhar os demais artigos. Fatima/ Laguna/ SC. P.S: alguma notícia sobre os 20 brasileiros classificados pela revista Granta?
2 Março, 2012 às 6:37 pm |
a lista dos classificados só será anunciada em julho, na FLIP.