Doidivana

blog da escritora Ivana Arruda Leite

DOIS DEDOS DE PROSA

2 comentários

É o nome da sessão que a escritora e tradutora Ivone C. Benedetti (minha companheira no prêmio SP, na categoria estreante) tem no seu blog, onde ela publica uma conversa que mantém durante semanas por email com escritores. Desta vez, o papo foi comigo. Falamos de livros, dificuldades e alegrias do processo de criação, nós que precisam ser desatados, exposição do autor nos textos que escreve, internet e muito mais. Vai lá ver e entre na roda.

Autor: Doidivana

escritora de forno e fogão

2 thoughts on “DOIS DEDOS DE PROSA

  1. Adorei a entrevista. Concordo com esta minha prima Cintia (que acabo de descobrir) pois sou Barreto tambem. Copiei a entrevista todinha e imprimi para degustá-la dinovo. Deu vontade de quero mais, pois o papo, para quem curte o processo de criação, está o máximo.
    Ivana adorei saber que vc deixou o cigarro, e que colocou sua saude acima de uma eventual otimização da produtividade, digamos assim.
    Da mesma forma que aquela outra entrevista (filmada), esta tambem revela uma escritora mas sobretudo uma mulher serena na sua condição feminina e, uma brasileira lúcida. Gostei muito. Parabéns a quem perguntou e a quem respondeu. Fatima/Laguna/SC

  2. Ivana,
    Achei sua resposta sobre o final do livro genial.
    Também acho bastante ousado, para a mulher do século XXI, ser independente, segura, feliz e ter um homem ao seu lado. Este não é príncipe nem sapo, é apenas um homem de carne osso igual a ela. Muitos homens estão totalmente desconcertados diante dessas “mulheres poderosas”. Você fala sobre isso em “Xeque-mate” se não me engano. Excelente!!! É assim que muitos homens se sentem mesmo…
    Ser feminista é tão prejudicial quanto ser fútil. Se o amor bater à porta, vambora! Só que agora não vamos enganadas e, se não der certo, faremos como a “Moça Tecelã” de Marina Colassanti, desteceremos sem maiores prejuízos. Isso é o que há!!! Se uma mulher resolver ficar em casa cuidando do filho, qual o problema? Isso, hoje em dia, é uma ousadia e tanta também. Há tanto a que se discutir ainda sobre novos e velhos papéis de homens e mulheres. Sua literatura ajuda muita gente. As pessoas se repensam, Ivana! Isso é fantástico! Você faz a gente rir de nossos dramas e nos proporciona a felicidade. Parabéns!
    Eu estou gordinha e, quando li “Adélia”, me identifiquei e gargalhei de minha tragédia anunciada e estou me salvando … (Não quero ser a Adélia). Isso não é humano!? A Literatura pra mim hoje, ouso dizer, que é a minha religião e os sacerdotes são muitos e bons.
    Bom restinho de semana!
    Beijos

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