Doidivana

blog de Ivana Arruda Leite

TRIPEIRO

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Depois de Setúbal, o descanso habitual e o passeio ao café da esquina

o hotel quase em frente ao meu tem 4 estrelas e parece bem bom

um queijinho alentejano e ela

eles trazem o rótulo pra você ver

lá pelas 7 da noite, os bares e padarias começam a montar a churrasqueira na calçada pra assar as sardinhas

é o que mais se lê por aqui

minha pensão é mixuruquinha mas a porta impõe

no nosso penúltimo jantar preferimos conhecer um restaurante novo. O Tripeiro, na mesma rua do João do Grão e de mais uma dezena de restaurantes

da linha dos simples e tradicionais

no couvert, uma saladinha de polvo deliciosa!

M. Inês e Kim foram num táxi e chegaram bem antes da gente porque, assim que eu entrei no nosso, eu vi uma carteira com 10 euros no banco de trás. Entreguei pro motorista e ele encanou de procurar a velhinha que ele deixara na rua de trás pra devolver o dinheiro. Imagina se ele achou… Perdemos uns quinze minutos dando voltas atrás da velha. Enfim… honesto ele foi.

pra variar, pedimos sangria.

Tá acabando!!!

Kim com a malha da cor da sangria

M. Inês e Kim pediram cataplana mista de frutos do mar. Cataplana, aliás, é o nome dessa panela de tampa redonda, super linda. Ela fecha e vira uma bola.

A cara tava bonita mas eles não me pareceram muito satisfeitos. Preferem os grelhados. Esse tinha muito caldo pro gosto deles. Até porque não veio nada pra acompanhar

eu e meu pai insistimos no cabrito que, desta vez, estava gostoso. Tempero legal e carne desfiando. Mas o mesmo problema da cataplana: sem nada para acompanhar, só umas batatas cozidas, o que deixou o prato meio entediante. tudo bem, podíamos ter pedido arroz, salada, etc mas pra trazer os pratos eles demoraram 40 minutos e não estávamos a fim de esperar mais 40. Êta terra de gente calma. O que eles mais falam pra gente é: “calma. Vai tirar o pai da forca?”. Não tem coisa mais irritante! Tenho vontade de responder: cara, eu venho de São Paulo. Acelera!

minha mãe pediu espaguete com camarão e ficou feliz com a escolhade sobremesa, a M. Inês quis me dar esse caramelo que ela havia comprado. Eu agradeci mas não quis porque detesto doce. Ela agradeceu mais ainda porque é louca por esses caramelos. Disse que aqui é muito mais barato do que no Brasil.

andar um pouco pra fazer a digestão

noivas portuguesas na vitrine

dez hora, ruas desertas. A noite estava bem mais fresquinha que as anteriores. Todo mundo de casaquinho nas costas

o casalzinho

produtos eróticos

Todos pra caminha que amanhã é o último dia!

claro que como eu sou dona da máquina e do blog, vocês só viram os meus passeios e os que eu fiz com a tchurma. Os que eles fizeram sozinhos, infelizmente, não pude retratar. Hoje, por exemplo, eles andaram no famoso bonde 28 e foram ao Museu do Azulejo. Voltaram encantados não só com o museu como com a Igreja Madre de Deus, a mais bonita de Lisboa, segundo a Miúcha. Amanhã à tarde eu vou lá sozinha. Não posso ir embora sem ver essa maravilha.

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