Ontem eu só fui pra festa.
Santiago guardando mágoas antigas
Adilson
Ivan, agradecendo modestamente os elogios à sua mesa com Francisco Alvim
Copolla e Xinho em plena desavença ideológica
Eu aposto neste casal.
Esse também seria um casal viável se a Bruna não estivesse comprometida
Bruna Beber, poeta maravilhosa
Michel Melamed apareceu por lá, aflito com o tanto de baladas que ainda tinha pra ir
Marcelino e um gran poeta uruguayo que non me recuerdo el nombre
Não sei se ele é o Hugo Guimarães ou o Dani Ump (eu colando do site da Balada)
Este é o Renan, separado no nascimento do Michel Melamed
Eu e Paulo Scott
Xinho e a queridíssima Arminda, casada com um cara que mora em Ilha Bela
Um novo casal na praça
Este é o Alexandre Rodrigues, que não é poeta nem gaúcho, como eu disse no post do primeiro dia. Ele se apresentou com o Joca no Barco. Ele é escritor, carioca e mora em Porto Alegre
E dono de um perfil egípcio tipo decifra-me ou serás devorado
Michelzinho
Copolla e el Gran Xico Sá
Cacau, minha prima que estava na Mercearia
Santiago arrependido de ter brigado comigo
Um casal a se pensar
Marcelino e uma moça muito linda que eu ainda não lembrei o nome (apesar de ela ter me dito que eu já a fotografei e a legenda era: uma moça muito linda que eu não lembro o nome)
O amor explode no céu da Balada
Valéria Martins, carioca simpaticíssima
Joca com um talentoso escritor que habla espanhol
Queridíssimo Ronaldo Bressane, que demorou a aparecer mas não faltou. Com tendões desligados e tudo
Juliana e Marília
Eu e Bel Santana renovando os votos do nosso eterno amor
Xico Sá com uma muchacha semi nipônica
O Rogério, queridíssimo que nos atende com uma amabilidade que não merecemos
Valentina tira uma de Madona e fica ao lado de Jesus Ernesto Parra, poeta venezuelano
Renato e Lulina, som e imagem. Eu também aposto neste casal
Marcelo Moutinho, jornalista, escritor, carioca e torcedor do Fluminense
Bebel e a careca do França
Fim da festa





















































































































































o primeiro almoço: eu, Bia Bracher, Sandra (organização) e Jean Pierre Faye, um folósofo francês muito badalado, que manja tudo de totalitarismo, além de escrever ficção também.





















Feliz é a Índigo, que mantém a classe até o fim.