
no sábado acordamos, tomamos café e…

Santiago colocou o dvd do último show do Roberto


Paulo Scot disse que era demais pra ele e foi andar
de manhã, Marcelino foi dar a oficina de “como cuidar do seu pinguim de estimação”. Eu e Santiago fomos almoçar no Guaiamum Gigante

Santiago se esmerou no martelinho


eu desisti rapidinho. Primeiro, porque não tinha guaiamum gigante. Só médio. Depois porque é muito trabalho pra pouca carne

O mix de frutos do mar estava bem melhor

almoçamos e fomos correndo pra Rua da Moeda. A mesa do Santiago era às 15h

Eu achei o Cris, que entrevistou o Santiago, a cara do próprio. Pra variar, ninguém concordou.

O pessoal imprimiu um conto do Santiago num folheto tipo cordel e distribuiu pra platéia. Uma graça.

Marcelino e Artur acompanham a leitura

ao fundo, um painel muito bonito de um artista genial que eu esqueci o nome.
O nome desse escritor eu também esqueci Claro! Esse é o Higgo, um assíduo frequentador do Doidivana que me levou um livro pra autografar.

Esse eu sei: é o Wilson Freire, primo do Marcelino, que vem pra Balada.

Wilson, Marcelino, Sidney, (esqueci) e Leandro

Esta é a Cida Pedrosa, de quem me senti “irmã” literária.

Esta Raposa (um raposão muito bem apessoado, aliás) passeou pela Freeporto o tempo inteiro.

este é o tapete vermelho onde aconteceram o lançamento dos livros.

Lançamento MESMO! Ou seja, arremesso. Estes foram os três primeiros concorrentes

os livros passaram por antidoping


o escritor corria na passarela e lançava.

Uma comissão media a quantos metros o livro foi arremessado
a raposa anunciava a aclassificação


eu lançando Ao homem que não me quis


Tive a grata surpresa de encontrar a querida Jael tomando cerveja na calçada. Ao lado, Wilson e Lúcia.


Santiago se recusou a participar do lançamento. Enquanto isso, foi ao shopping comprar um óculos novo

de lá, eu e Santiago fomos com uma turma para um sambão muito animado onde valia tudo. No salão, muito homem com homem e mulher com mulher.


Neste lugara maravilhoso eu tomei a MELHOR caipirinha de pitanga da minha vida. Tomei três!!!

e fiquei assim


Santiago só samba no dedinho

foi pego à força

Lá pelas 11 da noite eu cansei e viemos pro hotel. Santiago caiu na piscina

deu uma fominha e a gente pediu um camarão ao alho e óleo, delicioso

Acreditem se quiser. Depois do sambão, da piscina e do camarão, Santiago foi ver os emails

à meia-noite ele foi se encontrar com Marcelino no último evento da noite: um chá dançante numa ex-casa de tolerância. Eu fui fazer naninha porque, pra mim, tava de bom tamanho.
Fim do segundo dia.
Amanhã continua


café no aeroporto pra acabar de acordar
eu e Santiago de máquina em punho os três dias
como tínhamos um tempinho, cada um abriu seu laptop. Eu só olhando.





















Este é Artur, o segundo organizador. E tem também o Wellington, o terceiro cavaleiro do apocalipse. A Freeporto nasceu da coragem, do talento e da cara de pau destes três belos rapazes.

Depois da abertura, as pessoas iam pra esta janela e liam seus textos para a galera que lotava as calçadas e que gritava lá de baixo: pula, pula, pula.






Este é Delmo Montenegro, um cara super simpático e talentoso 











Marcos, João Baptista e o amigo.
Baby Jô – supremo!!!
