Doidivana

blog de Ivana Arruda Leite


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NONO DIA parte 3

No aeroporto. Deu tempo até de despedir dos primatas. Almocei no bandejão do Museu. Tomei um táxi e cheguei no aeroporto as 16h30. Muito transito!!! Sorte q meu avião sai às 21:30. Pequenas compras no freeshop e agora é fazer sudoku pra passar o tempo. Muito obrigada a todos vocês q me acompanharam nessa viagem. Sem vocês, eu ficaria muito mais triste. Valeu!!!! Beijos e até já


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NONO DIA PARTE 2

O cansaço de ontem foi embora. Tomei café e fui conhecer um mercado que a Cristina me indicou, Trader Joe’s. Maravilhoso!!!! Eu moraria naquele mercado. Orgânicos e etc. Lindo mesmo. Comprei um sal do himalaia com moedor. Sabe quanto? 1,99!!!!! Pago 16,00 ai em SP. Comprei um só. Quando acabar, volto pra comprar mais. Comprei uma água de coco também pra refrescar. Calorão as 9 da matina. Na volta, passei na farmácia e comprei o tal Carmex que a Bebel pediu. Só tinha um!!! Vou dar uma chegadinha na Times Square pra comprar duas coisinhas e já volto.


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NONO DIA – parte 1

Acordei às 6 da matina com um cara ligando do celular no corredor para Nova Deli, Paris e sei lá mais onde. Tomei banho, fiz café no quarto e estou esperando dar 8 h pra descer e tomar café direito. Meus planos pra hoje: de manhã ir ao Trade Joe’s, um mercado maravilhoso na 21 com a 6a,  sugestão da Cristina. Volto, faço check out às 12h e almoço num food truck aqui em frente. Ai vou me despedir com calma dos meus amados primatas, afinal, devo essa viagem a eles e à Beatriz Antunes, que um dia, na cozinha da minha casa, me disse: por que você não vai?


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FIM DO OITAVO DIA

  • o cansaço agora bateu sem volta. Sabe quando você pula (ou pulava) 4 noites de carnaval até as 6 da manhã? Eu to assim. Quero minha cama!!!! Chega. Fui jantar numa cantina aqui do lado do hotel. Bem meia boca. Um fettuccine que passou longe do Carbonara prometido. Macarraozinho de nenê, mas serviu pra dar sono. E se alguém falar em Times Square, loja ou comida do meu lado vai levar sopapo. Basta! This is enough. Amanhã faço checkout as 12h e vou perambular pelas ruas até as 18h, quando vou pro JFK. Boa noite. Amanhã nos falamos.


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METADE DO OITAVO DIA

Pensem numa pessoa morta de cansaço. Multiplique por dez. Esta sou eu. Acordei e fui pra missa na catedral agradecer as bênçãos dessa viagem e o milagre que se operou aqui. Sai da igreja e peguei um taxi pro Metropolitan. Já dominava o terreno, portanto, tudo foi mais fácil dessa vez. Eu não poderia ir embora sem ver mais uma vez a expo de roupas da China. Pra nunca mais esquecer. Vi também uma expo de fotos sensacionais. Na saída, quase meio-dia, comprei um hot dog e comi sentada na escada do museu. Melhor do que na calçada. Sai de lá e peguei um taxi pro hotel. É horrível ir pro Met, não tem metrô. Desci no hotel pra descansar um pouco antes de ir pro Village almoçar e Oh! Meu celular morreu de novo. Toca pegar um metro e ir pra Apple. Eu estava lá pertinho, se ele tivesse pifado no Met seria mais fácil. O homem apertou os tais botões que eu já tinha apertado e o bichinho acordou. De lá peguei um metro até Times Square, andei uma quadra e tomei outro pro Village. Só que hoje tava um tumulto por causa de uma construção sei lá onde, os trens não estão fazendo o percurso normal. A mulher dava o aviso no auto falante, mas não adiantava porque eu não entendia nada. Perguntando pra um e pra outro, deu tudo certo e eu desci no Village. O hamburguer do Corner (muita gente indicou) é bom mas não chega aos pés do Minetta. E nem é tão mais barato assim. Fora que o atendimento é péssimo. Mas valeu pra ir no Village. Na volta, andei até a 6a e não achava a porra da estação pro hotel. Fui no guichê e a mulher falou que eu tinha que atravessar a rua. Ok. Atravessei e fui no guichê perguntar. Era a mesma mulher!!!! Ela ainda ficou brava comigo: eu disse pra você atravessar a rua! Eu também fiquei brava com ela: eu atravessei! Sai de lá pronta pra pegar um taxi quando entendi que eu estava atravessando na horizontal e tinha que atravessar na vertical. Se é que me entendem. Ufa. Cheguei na estação mas não achava a plataforma do meu trem. Rodei tanto até que um senhor me perguntou: What do you want? Eu falei e ele me mostrou. Era num andar intermediário entre o 1 e o 2. Vou te contar, hoje foi dose. Fujam da estação da 14th. É um confusão só. Enfim, cheguei e é isso que importa. Estando com saúde, está tudo bem. Daqui até amanhã só voltinha no quarteirão. Chega de metrô.


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FIM DO SÉTIMO DIA – Nova York

fui jantar no Oyster da Grand Central pra me despedir. Pedi ostras e lula a dorê. Maravilhoso, como sempre. Depois fui andar pra fazer a digestão. É impressionante como tem casais brigando na rua. Em todas as línguas, cores e religiões. O marido com mapa na mão, a mulher com as sacolas e aquele bate boca no meio do salão. Pai brigando com filho, também. “Nunca mais te trago pra viajar comigo”. “Se continuar assim, vai pro hotel”. Oh, god. Sábado, Times Square é pior ainda. Chega a dar falta de ar. Meu quarto parece um sítio, depois daquele tumulto. Agora vou fazer um pouco de sudoku porque amanhã é dia de fazer as malas. É preciso ir baixando o facho devagar.


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METADE DO SÉTIMO DIA

acordei cedo, fiz uma horinha e fui pra Uiqlo. A segunda loja da minha vida, empatada com a H &M. Linda, produtos incríveis e nada exorbitante. Tem umas coisas bem baratinhas. Comprei, claro, meu casaco para quando eu voltar aqui no inverno, o clássico. Verde musgo. So beautiful. Voltei pro hotel a pé e fui almoçar num indiano que eu tinha ficado de olho quando fui na Apple. na 56, entre 6a e 5a. Meu pai do céu!!!! Entrada, principal e sobremesa por 18,00. Eu ainda pedi chá (não tem bebida alcoólica) e nam com cebola (aquele pão deles maravilhoso). De entrada pedi bolinho de espinafre com cebola, principal: curry de frango com arroz e arroz doce de sobremesa. O moço perguntou se eu queria com pimenta. Eu perguntei se era muito forte. Ele respondeu que a duração era de 6 a 8 horas!!!!! pedi uma mais fraquinha, mesmo assim era poderosa. Bebel morreria se comesse. Curry pra fortes. A duração da minha devia ser umas 2 horas. Não aguentei comer tudo. Sai de lá pronta pra ir pra SP a pé, tal o meu fogo. Pedi  fazer pra embrulhar o pão e o arroz doce e vim embora feliz. Tomei um táxi. O motorista era indiano, estava de turbante. Quase pensei em falar pra ele: como sua comida é boa, mas tive medo de ser mal interpretada. Desci na esquina do hotel e quando chego aqui, cadê o pacote da comida? Esqueci no táxi!!!! Ato falho total. Eu quis devolver pro indiano o que o povo dele tinha me dado de bom. Ou qualquer coisa por aí. Nem deu tempo de descansar porque a faxineira estava chegando. Fui pra Times Square passear, passei na minha Déli preferida é voltei, agora sim, pra descansar e tomar lanchinho. Fiz café, comprei torrada, sobressada, queijo e agora vou tirar um cochilo porque a noite tem mais.

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